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Honda Biz 125 2011 ganha sistema flex e novo design
A linha Honda Biz 125 2011 chega às concessionárias totalmente renovada. Chassi e carenagem receberam alterações em cerca de 95% de seus componentes. As mudanças, além de contribuírem com o conforto do piloto e do garupa, resultaram em um design ainda mais sofisticado e moderno. Outra novidade é o motor flex, permitindo a utilização de gasolina, etanol ou a mistura de ambos em qualquer proporção.
Em termos visuais, a Honda Biz 125 ganha escudo frontal de maiores dimensões que amplia a proteção do piloto contra a ação do vento e de respingos. A carenagem, com maior área pintada na cor da motocicleta, aumenta a atratividade do modelo e renova sua identidade visual. O escapamento em preto confere sofisticação e harmonia, contando ainda com protetor em aço inox polido, com linhas marcantes e visual moderno.
Na dianteira, o conjunto óptico é composto por novo farol e piscas dianteiros com refletores multifocais. Na traseira, a lanterna e os novos piscas independentes asseguram excelente visualização em meio ao trânsito. Para aumentar a segurança, o farol
possui acendimento automático.
O porte da Biz 125, aliado ao peso seco e às dimensões
de 1891 mm de comprimento, 726 mm de largura e 1087 mm de altura, com distância mínima do solo de 130 mm, resulta em maneabilidade, leveza e facilidade na pilotagem.
Para ampliar o conforto, o assento em dois níveis está
mais amplo e foi reposicionado, oferecendo mais espaço para as pernas do piloto. O uso urbano é favorecido pela posição de pilotagem natural, confortável e ergonômica. Para o garupa, o conforto foi reforçado
pelas novas pedaleiras, agora fixadas ao chassi.
O painel de instrumentos possui excelente visualização
e apresenta hodômetro, marcador do nível de combustível e escala de utilização das marchas no velocímetro, além de luz de diagnóstico da injeção eletrônica, itens que permitem fácil monitoramento do veículo. Visando auxiliar o consumidor em relação ao funcionamento da tecnologia Mix, o painel traz ainda a luz “ALC”, que acenderá sempre que houver mais de 80% de etanol (álcool) no tanque e piscará em condições de temperatura ambiente abaixo de 15°C.
O chassi é construído em tubos de aço que oferecem resistência aos impactos, robustez e dirigibilidade. Já as suspensões dianteira telescópica, com 100 mm de curso, e traseira, com dois amortecedores de 86 mm de curso, foram ajustadas e formam um conjunto estável e resistente mesmo
para o uso em condições adversas.
O modelo utiliza sistema de freios a tambor, com 130 mm
de diâmetro na dianteira e 110 mm na traseira, assegurando frenagens progressivas e seguras, com baixo custo de manutenção. As rodas, traseira de 14″ e dianteira de 17″, possibilitam maior equilíbrio desde as baixas velocidades e contribuem para estabilidade, dirigibilidade e conforto.
O propulsor OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3, está mais suave graças aos novos balancins roletadosno cabeçote. A novidade proporciona movimento mais preciso das válvulas, resultando em menos perdas por atrito e menor desgaste das partes internas móveis. Assim, aumenta-se sua eficiência e eleva-se seu grau de durabilidade, o que resulta em pouca necessidade de manutenção e maior confiabilidade.
O motor é alimentado por injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection), que reduz a emissão de gases poluentes, contribui com a eficiência do motor e a economia de combustível. A tecnologia Mix permite a utilização de etanol, gasolina, ou a mistura de ambos em qualquer proporção. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm com
ambos os combustíveis.
Mesmo com as novidades, o preço da Biz 125 foi
mantido: R$ 5.290,00 para a versão KS e R$ 5.890,00 para a versão ES. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. O modelo está disponível nas cores rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
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Kawasaki Ninja 650R

Kawasaki Ninja 650R
Uma execelente opção para quem tem interesse em adquirir uma motocicleta carenada que seja mais forte que a Ninja 250R, mas não está disposto a encarar uma superesportiva como a ZX-6R (R$ 48.990,00) ou a ZX-10R (R$ 61.990,00).
Construída com base na Kawasaki ER-6n, é uma versão que possui carenagem integral além de outros diferenciais maisesportivos. A motocicleta tem as mesmas especificações e chassis da ER-6n - Refrigeração Liquida;
- 2 cilindros paralelos;
- 72 cavalos;
- 6 marchas;
- Torque de 6,7kgf à 7000rpm;
- Freio Dianteiro com disco duplo de 300mm em forma de pétala;
- Freio Traseiro a Disco de 220mm em forma de pétala.O preço sugerido está na faixa dos R$ 28mil + FRETE e a versão SEM ABS e R$ 30mil + FRETE COM ABS.
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Honda Biz 125 2011 ganha sistema flex e novo design
A linha Honda Biz 125 2011 chega às concessionárias totalmente renovada. Chassi e carenagem receberam alterações em cerca de 95% de seus componentes. As mudanças, além de contribuírem com o conforto do piloto e do garupa, resultaram em um design ainda mais sofisticado e moderno. Outra novidade é o motor flex, permitindo a utilização de gasolina, etanol ou a mistura de ambos em qualquer proporção.
Em termos visuais, a Honda Biz 125 ganha escudo frontal de maiores dimensões que amplia a proteção do piloto contra a ação do vento e de respingos. A carenagem, com maior área pintada na cor da motocicleta, aumenta a atratividade do modelo e renova sua identidade visual. O escapamento em preto confere sofisticação e harmonia, contando ainda com protetor em aço inox polido, com linhas marcantes e visual moderno.
Na dianteira, o conjunto óptico é composto por novo farol e piscas dianteiros com refletores multifocais. Na traseira, a lanterna e os novos piscas independentes asseguram excelente visualização em meio ao trânsito. Para aumentar a segurança, o farol
possui acendimento automático.
O porte da Biz 125, aliado ao peso seco e às dimensões
de 1891 mm de comprimento, 726 mm de largura e 1087 mm de altura, com distância mínima do solo de 130 mm, resulta em maneabilidade, leveza e facilidade na pilotagem.
Para ampliar o conforto, o assento em dois níveis está
mais amplo e foi reposicionado, oferecendo mais espaço para as pernas do piloto. O uso urbano é favorecido pela posição de pilotagem natural, confortável e ergonômica. Para o garupa, o conforto foi reforçado
pelas novas pedaleiras, agora fixadas ao chassi.
O painel de instrumentos possui excelente visualização
e apresenta hodômetro, marcador do nível de combustível e escala de utilização das marchas no velocímetro, além de luz de diagnóstico da injeção eletrônica, itens que permitem fácil monitoramento do veículo. Visando auxiliar o consumidor em relação ao funcionamento da tecnologia Mix, o painel traz ainda a luz “ALC”, que acenderá sempre que houver mais de 80% de etanol (álcool) no tanque e piscará em condições de temperatura ambiente abaixo de 15°C.
O chassi é construído em tubos de aço que oferecem resistência aos impactos, robustez e dirigibilidade. Já as suspensões dianteira telescópica, com 100 mm de curso, e traseira, com dois amortecedores de 86 mm de curso, foram ajustadas e formam um conjunto estável e resistente mesmo
para o uso em condições adversas.
O modelo utiliza sistema de freios a tambor, com 130 mm
de diâmetro na dianteira e 110 mm na traseira, assegurando frenagens progressivas e seguras, com baixo custo de manutenção. As rodas, traseira de 14″ e dianteira de 17″, possibilitam maior equilíbrio desde as baixas velocidades e contribuem para estabilidade, dirigibilidade e conforto.
O propulsor OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3, está mais suave graças aos novos balancins roletadosno cabeçote. A novidade proporciona movimento mais preciso das válvulas, resultando em menos perdas por atrito e menor desgaste das partes internas móveis. Assim, aumenta-se sua eficiência e eleva-se seu grau de durabilidade, o que resulta em pouca necessidade de manutenção e maior confiabilidade.
O motor é alimentado por injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection), que reduz a emissão de gases poluentes, contribui com a eficiência do motor e a economia de combustível. A tecnologia Mix permite a utilização de etanol, gasolina, ou a mistura de ambos em qualquer proporção. A potência máxima é de 9,1 cv a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm com
ambos os combustíveis.
Mesmo com as novidades, o preço da Biz 125 foi
mantido: R$ 5.290,00 para a versão KS e R$ 5.890,00 para a versão ES. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. O modelo está disponível nas cores rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
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Honda Biz 125 2011 ganha sistema flex e novo design
A linha Honda Biz 125 2011 chega às
concessionárias totalmente renovada. Chassi e
carenagem receberam alterações em cerca de 95%
de seus componentes. As mudanças, além de
contribuírem com o conforto do piloto e do
garupa, resultaram em um design ainda mais sofisticado
e moderno. Outra novidade é o motor flex, permitindo
a utilização de gasolina, etanol ou a mistura de ambos
em qualquer proporção.

Em termos visuais, a Honda Biz 125 ganha escudo frontal
de maiores dimensões que amplia a proteção do
piloto contra a ação do vento e de respingos.
A carenagem, com maior área pintada na cor da
motocicleta, aumenta a atratividade do modelo e renova
sua identidade visual. O escapamento em preto
confere sofisticação e harmonia, contando ainda
com protetor em aço inox polido, com linhas marcantes
e visual moderno.

Na dianteira, o conjunto óptico é composto por novo
farol e piscas dianteiros com refletores multifocais.
Na traseira, a lanterna e os novos piscas
independentes asseguram excelente visualização em
meio ao trânsito. Para aumentar a segurança, o farol
possui acendimento automático.
O porte da Biz 125, aliado ao peso seco e às dimensões
de 1891 mm de comprimento, 726 mm de largura e
1087 mm de altura, com distância mínima do solo
de 130 mm, resulta em maneabilidade, leveza e facilidade
na pilotagem.

Para ampliar o conforto, o assento em dois níveis está
mais amplo e foi reposicionado, oferecendo mais
espaço para as pernas do piloto. O uso urbano é
favorecido pela posição de pilotagem natural, confortável
e ergonômica. Para o garupa, o conforto foi reforçado
pelas novas pedaleiras, agora fixadas ao chassi.
O painel de instrumentos possui excelente visualização
e apresenta hodômetro, marcador do nível de combustível
e escala de utilização das marchas no velocímetro,
além de luz de diagnóstico da injeção eletrônica, itens
que permitem fácil monitoramento do veículo.
Visando auxiliar o consumidor em relação ao
funcionamento da tecnologia Mix, o painel traz ainda a
luz “ALC”, que acenderá sempre que houver mais de 80%
de etanol (álcool) no tanque e piscará em condições
de temperatura ambiente abaixo de 15°C.

O chassi é construído em tubos de aço que
oferecem resistência aos impactos, robustez e
dirigibilidade. Já as suspensões dianteira telescópica,
com 100 mm de curso, e traseira, com dois
amortecedores de 86 mm de curso, foram ajustadas
e formam um conjunto estável e resistente mesmo
para o uso em condições adversas.
O modelo utiliza sistema de freios a tambor, com 130 mm
de diâmetro na dianteira e 110 mm na traseira,
assegurando frenagens progressivas e seguras, com
baixo custo de manutenção. As rodas, traseira de 14″
e dianteira de 17″, possibilitam maior equilíbrio desde
as baixas velocidades e contribuem para
estabilidade, dirigibilidade e conforto.

O propulsor OHC (Over Head Camshaft),
4 tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3, está
mais suave graças aos novos balancins roletados
no cabeçote. A novidade proporciona movimento
mais preciso das válvulas, resultando em menos perdas
por atrito e menor desgaste das partes internas
móveis. Assim, aumenta-se sua eficiência e
eleva-se seu grau de durabilidade, o que resulta em
pouca necessidade de manutenção e maior confiabilidade.

O motor é alimentado por injeção eletrônica de
combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection),
que reduz a emissão de gases poluentes, contribui
com a eficiência do motor e a economia de
combustível. A tecnologia Mix permite a utilização
de etanol, gasolina, ou a mistura de ambos em
qualquer proporção. A potência máxima é de 9,1 cv
a 7.500 rpm e torque de 1,01 kgf.m a 3.500 rpm com
ambos os combustíveis.
Mesmo com as novidades, o preço da Biz 125 foi
mantido: R$ 5.290,00 para a versão KS e R$ 5.890,00
para a versão ES. Os valores têm como base o Estado
de São Paulo e não incluem despesas com frete e
seguro. O modelo está disponível nas cores
rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto.
A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.
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Kawasaki Ninja 650R
- 2 cilindros paralelos;
- 72 cavalos;
- 6 marchas;
- Torque de 6,7kgf à 7000rpm;
- Freio Traseiro a Disco de 220mm em forma de pétala.
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Carro é o primeiro da marca a
contar com tração integral, para desespero dos puristas

Foram meses de especulação até a Ferrari finalmente revelar, no fim da semana passada, o carro considerado substituto da 612 Scaglietti. E o que a marca italiana mostrou causou desespero nos puristas: um esportivo 4x4, o primeiro carro da montadora a adotar a tração integral - tão comum nos eternos rivais da Lamborghini.
A Ferrari FF - Ferrari Four - transporta quatro pessoas, adota o design shooting brake, que mescla diversas categorias de carroceria, e tem motor V12 de exatos 6.262 cm³ posicionado na dianteira.
De acordo com as informações preliminares da marca italiana, a distribuição do peso do carro (1.790 kg) é de 47% à frente e 53% atrás. Com uma relação de peso/potência de 2,7 kg/cv, a nova FF acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 s e atinge a máxima de 335 km/h.
O modelo será apresentado oficialmente no Salão de Genebra, na Suíça, em março. As linhas do carro - que lembram um mix de perua, hatch e cupê - foram desenhadas pelos estúdios da Pininfarina, tradicional parceira da montadora italiana.
O substituto da Ferrari 612 Scaglietti tem capacidade para levar 450 litros de bagagem, que chegam a 800 litros com os bancos rebatidos.
Portanto, se você estava apenas esperando a Ferrari lançar um "carro família" para trocar de veículo, a hora chegou.
A Ferrari FF - Ferrari Four - transporta quatro pessoas, adota o design shooting brake, que mescla diversas categorias de carroceria, e tem motor V12 de exatos 6.262 cm³ posicionado na dianteira.
De acordo com as informações preliminares da marca italiana, a distribuição do peso do carro (1.790 kg) é de 47% à frente e 53% atrás. Com uma relação de peso/potência de 2,7 kg/cv, a nova FF acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 s e atinge a máxima de 335 km/h.
O modelo será apresentado oficialmente no Salão de Genebra, na Suíça, em março. As linhas do carro - que lembram um mix de perua, hatch e cupê - foram desenhadas pelos estúdios da Pininfarina, tradicional parceira da montadora italiana.
O substituto da Ferrari 612 Scaglietti tem capacidade para levar 450 litros de bagagem, que chegam a 800 litros com os bancos rebatidos.
Portanto, se você estava apenas esperando a Ferrari lançar um "carro família" para trocar de veículo, a hora chegou.


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CARRO DE R$ 2.000 VIRA ESPORTIVO DOS SONHOS
Dono já recusou oferta de R$ 65 mil por modelo que levou dois anos para reformar
Daia Oliver/R7arrow-tt-gerais-g-20110118
arrow-tt-detalhes-g-20110118
As histórias dos carros fora de série "feitos em casa", quase sempre, têm o mesmo começo. Aparece uma pechincha, com mecânica Volkswagen a ar (como Fusca e Brasília), e a vontade de transformar aquele combalido carro em um modelo exclusivo fala mais alto. Cheque assinado e começa a odisseia, que inclui muito investimento – de dedicação, dinheiro e emoções.
O Arrow TT pintado em laranja, que você vê nas fotos, nasceu assim. Há dois anos, o leitor D. Andrade se deparou com um carrinho verde água mal conservado, montado sobre a base de um Karmann Ghia 1974. O candidato perfeito para a realização de ter um esportivo do jeito que sempre sonhou. Ainda mais, quando soube o preço: R$ 2.000. Negócio fechado.
- O carro ficou um ano e meio parado na oficina para fazer várias modificações, principalmente na parte de fibra de vidro. Da carroceria original, apenas as portas e a estrutura central foram aproveitadas. O design da dianteira e da traseira foi retrabalhado por um dos mais conceituados especialistas em fibra de vidro do país: Vito Simone, projetista do esportivo nacional San Vito, que deixou o Arrow TT tinindo.
- Olhava as fotos dos esportivos nas revistas e levava para o Vito o conceito que eu queria no meu carro. O resultado foi a parte dianteira inferior da Ferrari antiga, as rodas de 17 polegadas no estilo Audi e o jeitão geral de um esportivo inglês, como o Lotus Elise.
Para dar mais "autenticidade" e confundir os admiradores do carro, Andrade colou até uma bandeira da Grã-Bretanha na parte traseira do carrão.
Cuidado com o acabamento da carroceria é evidente em todos os detalhes Foto: Daia Oliver/R7
Como todo esportivo fora de série que se preze, o Arrow TT é uma "salada de frutas" de peças. O para-brisas, por exemplo, é o vidro traseiro do Chevrolet Chevette e os retrovisores externos elétricos são do Fiat Punto. Volante, pedaleiras, relógios de instrumentos e bancos de competição, com cinto de segurança de quatro pontos, foram comprados em lojas de tuning.
- Mas eu importei algumas peças como os amortecedores, os faróis de xênon tipo "olho de boi" e a tampa de aço inox do tanque de combustível. Para dar partida no motor VW 1.6 a ar, movido a álcool, basta ligar a ignição em um botão no melhor estilo avião caça (ao lado do velocímetro) e apertar o botão de partida. O ronco é grave, já que os dois escapamentos mais largos foram feitos sob medida. O motor, aliás, é a "próxima vítima" do proprietário, que vai trocá-lo por um modelo AP 1.8 turbo refrigerado à água.
- Esse motorzinho atual até que não faz feio. Já cheguei aos 130 km/h, mas levou muito tempo. Até pensei em trocar o velocímetro por um calendário...
Atualmente, o esportivo é 100% conversível. Ou seja: choveu, molhou... Não tem capota mesmo. Mas um teto rígido, com sistema hidráulico de abertura, já está em desenvolvimento. Tanto capricho na transformação, porém, tem causado um certo inconveniente ao dono, que, vira e mexe, é obrigado a responder que o Arrow TT não está à venda.
- Já me ofereceram R$ 65 mil, mas eu recusei. Estou rodando com ele há pouco mais de seis meses e ainda não o curti tanto. Pode ser que um dia eu o venda, para começar uma nova odisseia.
Carrinho verde deixou de ser 'patinho feio' e passou a ser admirado nas ruas Fotos: Daia Oliver/R7
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